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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Iemanjá, uma das divindades mais queridas e protetora do mar!



Conhecida como uma das mais populares festas de celebração pública do candomblé, o festejo acontece desde 1923, quando houve diminuição na oferta de peixes da Vila dos Pescadores do Rio Vermelho. A tradição conta que eles pediram ajuda ao orixá, conhecida como a Rainha do Mar, e seguiram para ofertar presentes para Iemanjá. A oferta foi feita no meio do mar e, desde então, a festa é realizada todos os anos 
no dia dois de fevereiro.
O nome Iemanjá significa a mãe dos filhos-peixe. Filha de Olokum, Iemanjá foi casada com Oduduá, com quem teve dez filhos orixás. Por amamentá-los, seus seios ficaram enormes. Infeliz com o casamento e cansada de morar na cidade de Ifé, um dia ela saiu em rumo ao oeste e conheceu o rei Okerê, por quem se apaixonou. Envergonhada de seus seios, Iemanjá pediu ao novo esposo que nunca a ridicularizasse por isso. Ele concordou. Porém, um dia, embriagou-se e começou a ofender a esposa. Entristecida, Iemanjá fugiu.
Desde menina, ela carregava um pote com uma poção que o pai lhe dera para casos de perigo. Durante a fuga, Iemanjá caiu quebrando o pote e a poção a transformou num rio cujo leito seguia em direção ao mar. Okerê, que não queria perder a esposa, transformou-se numa montanha para barrar o curso das águas. Iemanjá pediu ajuda ao filho Xangô e este, com um raio, partiu a montanha no meio. O rio seguiu para o oceano e, dessa forma, a orixá tornou-se a rainha do mar.






Ouvir, ler e ver Iemanjá

Cantada em verso e prosa, a Rainha do Mar compôs o cenário de histórias na literatura e no cinema. Para entender um pouco mais do universo africano, berço de Iemanjá e dos orixás do candomblé, mergulhe no roteiro a seguir.



Para ouvir:

Dorival Caymmi cantou a alma baiana para Brasil e o mundo. Algumas belíssimas canções: É Doce Morrer no Mar, O Bem do Mar e Caminhos do Mar. De Vinicius de Moraes: Maria Vai com as Outras, A Bênção, Bahia e Canto de Iemanjá. Na voz de Clara Nunes, Conto de Areia e Guerreira; de Marisa Monte, Lenda das Sereias; de Maria Bethânia, Canto de Oxum, Iemanjá e A Bahia Te Espera; de Gal Costa, É d’Oxum; de Gilberto Gil, Eu Vim da Bahia; de Caetano Veloso, Milagres do Povo, Canto da sereia de Hamilton de Holanda.

Para ler:

Mar Morto, Jubiabá e Capitães da Areia, de Jorge Amado; Mitologia dos Orixás, de Reginaldo Prandi; Orixás, de Pierre Verger. A Unesco disponibilizou para download o PDF de História Geral da África, obra importante elaborada sob a perspectiva de pesquisadores africanos.

Para assistir:

O Pagador de Promessas (1962), de Anselmo Duarte, ganhador da Palma de Ouro em Cannes, é indispensável para entender o sincretismo religioso na Bahia. Atlântico Negro – Na Rota dos Orixás (1998), de Renato Barbieri, é um documentário que mostra as origens africanas da cultura brasileira.




Muitos Devotos de Iemanjá tem em suas casa um altar !










sábado, 23 de novembro de 2013

Que venha a COPA DO MUNDO 2014, temos a oferecer muita brasilidade!



Yemanjá - Brasil
guga neto.




Um país não se faz só de estereótipos, ou o Brasil seria apenas a terra do samba, da praia, da Amazônia, do Carnaval. Felizmente, somos também a terra do axé, do maracatu, da bossa nova, da mistura. Do cerrado, dos cânions, das serras, do Pantanal. Do Réveillon mais famoso do mundo, sim, mas também das festas de reinado, de São João, do Boi Bumbá. Mas mais do que isso: o Brasil sabe sempre inventar mais um pouquinho. Todo verão surge uma nova praia do ano. Espaço para isso é o que não falta num litoral de mais de nove mil quilômetros de extensão. Trancoso, Praia do Rosa, Pipa, Itacaré, Boipeba, Barra Grande.De tempos em tempos, brotam belas novidades culturais – para citar as mais recentes, aos já incontornáveis MASP, o Museu de Arte de São Paulo, e o Museu Imperial de Petrópolis, nos últimos anos, ganhamos complexos de nível internacional: o Palacete das Artes Rodin Bahia, dedicado ao mestre escultor francês, em Salvador; o Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais, com mais de 500 obras de 100 artistas contemporâneos de todo o mundo; e a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, um premiado projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira.  A nova sede do Museu da Imagem e do Som, na orla de Copacabana, teve sua inauguração  2012  os traços modernos dos americanos Elizabeth Diller e Ricardo Scofidio. E a Copa e as Olimpíadas que nos aguardem...Podemos ver onças no Pantanal, botos na Amazônia, golfinhos rotatores em Fernando de Noronha, tartarugas na Praia do Forte e baleias em Santa Catarina e Abrolhos. Nadar em deliciosas cachoeiras nas montanhas de Minas Gerais e nas chapadas. Mergulhar em rios transparentes em Bonito. Comer muito bem não só em São Paulo, mas também no Rio, em Belo Horizonte, em Salvador, em Brasília, em Maceió. Percorrer toda a costa num belo transatlântico. Visitar lindas igrejas nas cidades históricas de Minas, no Pelourinho, em Olinda. Ver o Corcovado e o Pão de Açúcar com a emoção da primeira vez. E voltar pra casa com a certeza de que sempre haverá mais para ver. Do que já está por aí ou do que ainda está por vir. E isso é muito mais.
Esse texto achei na internet gostaria de poder colocar o nome de quem escreveu!
Mas na verdade os gringos logo vão perceber que o tempo por aqui passa diferente , as folhas do nossos coqueiral balançam em câmera lenta! A maré enche sem pressa de esvaziar  e a banana da terra , como se diz no nordeste só amadurece de boa vontade !
Ainda temos muitos trechos de mar e terra que continuam intactos , preservados por suas reservas ecólogicas e ainda temos muitas praias com difícil acesso ,


  • Dessa mistura do rustico com a decoração mais cool , a Bahia  com suas Costas do descobrimento ou Dendê ela acabou se tornando mais sutil  , com mais perfumes e temperos asiáticos ! Tanto na gastronomia quanto no décor das casas, não faltam referências de Bali, da Índia e de outros destinos do oriente, muito por conta de condomínios!Tudo isso resultou em um desenvolvimento sustentável da região que, nas últimas duas décadas, ganhou hospedagem e gastronomia de charme e boa infraestrutura.


Mas o maior luxo  mesmo,  que vamos mostrar, é o nosso céu  em noites de lua cheia , chega a assustar de tão bonito: escuro e prateado. Que nos  convida à contemplação constante.  os quiosques  espalhados pelas nossas orlas nas  calçadas e areias no eixo  do Rio de janeiro,  São Paulo, Norte , Nordeste e Sul do Brasil
deixam qualquer gringo encantados com tanta brasilidade.






Areia branca, e um mar cor de céu que, ao cair da tarde, reflete com nitidez o pôr do sol. Assim é a Praia que os gringos vão encontrar por aqui!




Não faltaram receitas saborosas, feitas com ingredientes super frescos, que pegará  os gringos  pelo estômago.


A pizza pra mim a melhor do mundo é feita no brasil!


Os restaurantes simples sem frescura , servindo frutas frescas de sobremesa e nossos  doces caseiro  isso que temos que servir!

O milho verde tão bem vendidos em nossas praias , mais a pamonha....delicia.


A famosa feijoada carioca....


Uma galinhada....


Cuscuz brasileiro....


Tacacá da Amazônia....


Salgados de boteco...


Brigadeiro...


Nosso churrasco...

Dos  drinks do tradicional Capeta – uma mistura de vodca, guaraná em pó, cacau, leite condensado e gelo as maravilhosas caipirinhas  feitas com nossas frutas tropicais...mas é certo que a de limão será a mais pedida!


Sem falar na culinária quentes do nosso nordeste ! Como o dendê, manteiga de garrafa, Muito usado em moquecas, caldeiradas, legumes e na fritura do tradicional acarajé!

Vai um acarajé, aí?

Novidades como a nossa Pequi!
É uma frutinha utilizada das mais variadas formas, seja cozido, misturado no arroz, nos pratos à base de galinha, com massas, com variadas carnes e peixes e até em doces e licores. E o inusitado desta frutinha é que sua polpa macia e saborosa deve ser comida com cuidado, pois cobre uma camada de terríveis espinhos que se mordidos fincam na língua e na boca. É ingrediente do tradicional Arroz com Pequi.
 


Acho que os gringos que vão chegar para a copa do mundo querem é mais encontrar por  aqui conforto com rusticidade e brasilidade!