Mostrando postagens com marcador educaçao. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educaçao. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2011

Ronaldo Fraga e o velho chico............



Tá com a agenda aberta? Então, aproveita pra anotar um programa imperdível, que começou ontem, e vai até o dia 10/02. A tá falando da exposição Rio São Francisco, um rio brasileiro, do estilista Ronaldo Fraga



Quem espera ver só roupas, vai ter uma belíssima surpresa. É que além dos vestidoscom a estampa de carranca (pra lá de inusitada!), a expo mostra praticamente um diário da viagem que Ronaldo fez no Barco Benjamin Guimarães pelo Velho Chico.
O abre alas é um vídeo, gravado em Pirapora, que explica tudo o que vai ser visto dali pra frente, como histórias, poesias, lendas sobre o rio e muito mais!

       




A expo acontece no Palácio da Cultura Gustavo Capanema – Rua da Imprensa, 16 – Centro do Rio.  vale a pena conferir.......quem estiver no Rio .............  





terça-feira, 8 de novembro de 2011

O conceito de proteção ambiental..


Este foi o meu visual logo ao acordar.. triste saber que o ser humano ainda não entendeu os recados que a natureza nos manda!




Aponta o caminho pelo qual nossa cidade deve caminhar, e para tanto, é chegado o momento de traçar os rumos de seu desenvolvimento.. Um trabalho que precisa da contribuição dos cidadãos, administração e legisladores .. Devemos lutar por uma Cidade Verde na plenitude de seu sentido.. Preservar  o ecossistemas pode significar garantias de investimentos, já, que hoje muitas empresas buscam aliar suas marcas a municípios verdes que tenham politicas ligadas a preservação ambiental... Chega o momento de atualizar o Plano Diretor do município , para nova realidade e preparar para o desenvolvimento que se avizinha: crescimento  regional com a expansão dos portos de São Sebastião e Santos ,e as expectativas geradas a partir da descoberta da camada do pré-sal tudo isso influencia no desenvolvimento de nossa região, com as diretrizes voltadas ,os investimentos em infraestrutura  Urbana! Parte do orçamento do município pode ser destinada para investimentos macro e micro drenagem! Por ex: asfalto nas ruas ,verticalização.. Tem gente que acha Plano Diretor é só isso, as diretrizes são muito mais importantes do que os índices urbanísticos.....precisamos melhorar a atmosfera turística  de nossa cidade :nos temos em abundância :rios,trilhas,fauna,flora ,serras ....mar ! O nosso litoral oferece um potencial de eco turismo,  esta organização que  cuida do eco turismo cresceu mundialmente 20% ao ano enquanto o turismo tradicional atinge 7% ao ano... Para todos estes atributos ,fica clara a urgência  da participação da sociedade como um todo para enfrentar os desafios de nossa cidade , uma tarefa  difícil que requer seriedade e atuação! Graças ao projeto de lei da Mata Atlântica  de iniciativa do ex;dep;Fábio Feldemann,se transformou em lei 2006 que hoje estamos na luta de preservação de nossas matas e lógico os mares também.....Para citar algumas: Resolução CONAMA 303/02 que estabelece limitação de uso de solo na faixa de 300 m a partir da praia  e a Resolução  Estadual SMA 31/09que estabelece a reserva legal urbana e define critérios  de compensação ambiental para corte de árvores em lotes e perímetro urbano. REFLITAM..

HOJE PE DIA DAS FLORESTAS e mataram uma na minha rua..
Alguma coisa está errada né?

domingo, 25 de setembro de 2011

As ..Calçadas...!!!Soluções que facilitam e os maus exemplos que dificultam o vaivém das pessoas pelas ruas da cidade

O absurdo que è   no Brasil .....,a responsabilidade pelas calçadas ser do contribuente.......e não do governo(municipal )....!!!!Parabéns ao articulista Giuliano Agmont ,faltou ser abordado um ponto:a falta de manuteçao ,das guias rebaixadas e das inclinações excessivas ,também a invasão do espaços das calçadas pelos empressarios ...com suas mesas e cadeiras no lugar do ser humano (nos munícipes )termos seguranças nas avenidas,e mais  algumas tantas que são usadas como instrumento de segurança pelos moradores para dificultar  o acesso as casas ....SidewalkingSP è um movimento  de pessoas que querem andar por calçadas  padronizadas ,planas,sinalizadas,com rampas de acesso para cadeirante ,carrinho de bebes  ,idosos com suas bengalas ,pessoas normais que querem caminhar ,sem tropeçar.......


Padronização
O publicitário Zico Farina tem esperança de resolver o problema. Ele criou no começo deste ano o blog SidewalkingSP para defender a padronização dos passeios. "A ideia surgiu quando tentei levar meu filho para dar uma volta de carrinho. Era impossível", lembra o gaúcho, que mora há 12 anos em São Paulo.
Acessibilidade
O arquiteto Sérgio Teperman, autor do livro As Cidades Vivas, Viva as Cidades! (editora Senac), precisa, vez por outra, deslocar-se de cadeira de rodas. "É um sufoco andar pelas calçadas com um material que não seja seus pés. Eu desisti de sair de casa com minha cadeira, impossível circular, ela empaca", esbraveja o arquiteto, para quem as calçadas da cidade estão descalças.

Degradação e irregularidades


As normas de construção de passeios em Sao Paulo, que existem, não são cumpridas por aqui. De acordo com a Prefeitura de São Paulo, as calçadas, entre outras coisas, devem "possuir superfície regular, firme, contínua e antiderrapante sob qualquer condição; ter inclinação longitudinal acompanhando o greide da rua; ter inclinação transversal constante, não superior a 2%; possuir largura mínima de 1,20 metro; e ser livre de qualquer interferência ou barreira arquitetônica".
Variados pisos brotam do chão. Formam um mosaico de formas, cores e texturas. Tem de tudo, do concreto às pedras, dos bloquetes às lajotas. Encontro até o famoso desenho geometrizado do estado de São Paulo com ladrilhos, ícone da cidade. Sinto falta apenas das históricas calçadas com pedras portuguesas, obras-primas dos quase extintos mestres calceteiros. Uma profusão de revestimentos que ostenta lá sua poesia, mas denuncia também uma legislação ultrapassada, a que confere aos munícipes a responsabilidade de construir e manter os passeios da cidade.

"Não conheço nenhum outro país que funcione assim", estranha o britânico Philip Gold, consultor internacional de segurança viária, mobilidade urbana e acessibilidade.  A ideia de Gold para as cidades brasileiras é ambiciosa e simples. Ele defende a criação de uma rede viária de circulação a pé. E uma rede contínua, que permita a qualquer um ir de um ponto a outro com as próprias pernas - ou braços, no caso dos cadeirantes -, sem obstáculos.




Calçadas



The Pothole Gardener é um projeto para chamar a atenção dos passeios em Londres. Um show de criatividade urbano. No lugar dos buracos, pequenos jardins com centímetros de tamanho, são construídos. 





fonte:SidewalkingSP.,site de vida simples.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Biblioteca ea Web 2.0




As bibliotecas escolares e a Web 2.0

As bibliotecas escolares exercem um papel determinante no quadro da sociedade actual. A informação constitui um recurso relevante na formação dos jovens e o seu acesso e utilização uma mais valia. À escola, em articulação com a biblioteca, compete o fornecimento de sistemas de referência que orientem os alunos num ambiente onde a informação existe em excesso e é às vezes de qualidade duvidosa. Deve ainda proporcionar a criação de espaços próprios para o debate e a partilha das ideias e dos recursos. Esta nova atitude passa pelo desenvolvimento de processos de mudança e utilização de novas práticas pedagógicas.
As bibliotecas escolares podem ser essa alavanca para a mudança ao favorecer a utilização de novas ferramentas e de novos modos de aprender em que o professor ou o professor bibliotecário se assumem como orientadores na selecção das diversas fontes de informação disponíveis na Web. É neste novo ambiente, designado por Web 2.0, que estão a emergir múltiplas aplicações, de acesso livre, que permitem o arquivo, a organização e a partilha de informação. Aqui encontramos aplicações para publicar e partilhar texto, imagem, vídeo, música ou ainda outro tipo de documentos, e os projectos de trabalho podem beneficiar da integração em grupos pequenos ou mais alargados, dando origem às já tão faladas redes sociais.
A biblioteca escolar pode e deve usar essas mesmas plataformas para prestar um melhor serviço, divulgando informação de acordo com perfis de interesses de determinados grupos, transformando-as em serviços de referência e de apoio aos utilizadores captando críticas e sugestões e adequando permanentemente os seus serviços.
A biblioteca escolar deixa se ser apenas um espaço físico para se tornar um espaço virtual, promovendo massa crítica e um trabalho mais inteligente.
fonte:folhas secas