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domingo, 26 de janeiro de 2014

Navios Poluidores!


A pergunta fica dançando no nosso cérebro: qual o motivo para a indústria do transporte marítimo, responsável pela maioria do comércio mundial e fundamental na nossa civilização, ser tão pouco falada? Por que não sabemos mais sobre os navios de carga e os milhões de containers que seguem neles? A jornalista britânica Rose George tentou entrar nesse mundo e lança alguns dados inquietantes.

Rose embarcou num navio porta-contentores, o Maersk Kendal, com 299 metros de comprimento por 40 de largura, e com capacidade para transportar mais de 6 mil contentores, numa viagem entre Felixstowe e Cingapura que durou cinco semanas. Pra ser ter uma ideia da capacidade de armazenamento deste navio, se toda a carga fosse colocada em caminhões, criaria uma fila de trânsito de 60 quilômetros. Por aqui se vê porque quase tudo o que bebemos, comemos ou consumimos é transportado por via marítima.


Com essa capacidade de armazenamento, o preço do transporte baixa tanto que Rose dá um exemplo: “o transporte é tão barato que faz mais sentido financeiro enviar o bacalhau escocês para a China pra ser fatiado e, em seguida, enviá-lo de volta para as lojas e restaurantes escoceses, do que pagar fatiadores escoceses”.

Então qual o problema? Em 2009, por exemplo, os 15 maiores navios do mundo emitiram tanta poluição quanto 760 milhões de carros juntos. Outro exemplo? A AP Moller-Maersk, empresa dinamarquesa que controla o navio gigante em que Rose embarcou, opera 600 navios e tem lucros equivalentes a 20 por cento do PIB da Dinamarca, mas usa mais combustível que a nação inteira.



“Inside the secret shipping industry” é o nome da palestra que Rose George deu nas conferências TED e que lança o debate e que disponibilizamos abaixo. A jornalista é também autora do livro“Nineteen Percent of Everything”, a não perder para quem quiser saber mais sobre o tema.





fonte: http://www.radioblog.com.br/index.php?p=blog-verde&id=3727

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Festivais amigos do ambiente!


Grandes ou pequenos, de música e de outras artes, fazem da sustentabilidade e de um comportamento ecologicamente correto as suas bandeiras!

[Imagem]

Imagine-se um tempo e um lugar onde as mais variadas  pessoas e sensibilidades convivem, isolados de tudo, de forma pacífica. Um festival onde a música é apenas mais um complemento para se viver um momento . Onde a ecologia e o respeito pelo ambiente são realidade e não apenas conceito. Esse é o Boom Festival !



Onde várias artes se misturam com a natureza. Parece utópico, mas tem sido realidade na Herdade da Granja onde, a cada dois anos, sempre durante a lua cheia, se realiza o Boom Festival, surgido em meados dos anos 90, no seio da cultura rave , muito em voga, que é hoje um dos mais conceituados eventos de cultura independente do mundo e uma referência em termos ambientais e de sustentabilidade.



"Sabendo que a arte é uma forma muito eficiente de influenciar as pessoas, porque não aproveitar para o fazer abordando as questões que são realmente importantes no nosso tempo?" As palavras são de André Soares, 50 anos, responsável pala área de sustentabilidade do festival. "Somos um festival direcionado para o conforto, a alegria e o bem-estar das pessoas. A nossa preocupação é o público e não a venda de um artista ou uma marca. Este é um espaço onde se pode estar uma semana com muitos estímulos artísticos e com oportunidade para conhecer pessoas de todo o mundo. Recebemos gente de mais de 100 nacionalidades."


As iniciativas de sensibilização ambiental começaram em 2002, à época mais direcionadas para a limpeza do local. "A grande evolução aconteceu em 2006, com o incremento de projetos próprios", recorda Artur Mendes, 36 anos, com formação em psicologia social, e um dos diretores do festival. "Começámos a dar o exemplo e desde então temos visto grandes mudanças no comportamento do público, que sai de cá mais informado e sensibilizado devido ao contacto experiencial com esta realidade, seja por ver uma enorme estrutura de bambu a substituir o aço ou simplesmente por usar uma casa de banho compostável."



A cada edição, a organização do Boom reserva cerca de 300 mil euros para gastar em projetos ambientais. Um investimento que lhes tem valido o reconhecimento internacional, com a atribuição de prémios (como o Green'n'Clean Festival of the Year 2012 e o Outstanding Greener Festival Award de 2008, 2010 e 2012) ou o convite, por parte da ONU, para fazer parte do projeto United Nations Environmental and Music Stakeholder Initiative, que promove a consciência ambiental através da música.



"Somos considerados o evento de música líder mundial a este nível, o que é um feito enorme para um festival português de cultura independente, realizado sem qualquer patrocínio ou apoio estatal", sublinha. Desde o ano passado que a organização do Boom está também presente no festival rock de Roskilde, um dos maiores eventos de música do mundo, realizado anualmente na Dinamarca, para o qual foi convidada a desenvolver e implementar um programa ambiental.

Boom Festival 2012 (imagem)














Mas há mais, claro: promove-se o uso de água da torneira, faz-se uma separação dos resíduos para reciclagem e compostagem, na cantina, na hora de encher os pratos, leva-se muito a sério a ideia de evitar desperdícios e, talvez o mais importante quando se fala de descentralização e sustentabilidade, há uma política ativa para comprar na região (aos agricultores e comércio locais) o máximo de produtos necessários à realização do festival. E, já se sabe, com a consciência leve, dança-se muito melhor.

Se prepare o proxímo será em agosto de 2014 !

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Lixo compactado: menos gasto, mais limpeza e mais saúde!E acabaria com a mafia do lixo no Brasil!



O Big Belly Solar é um recipiente coletor de lixo com compactador interno de resíduos que usa somente a energia do sol para o seu funcionamento. Ou seja, ele amassa os detritos e é capaz de abrigar 5 mais vezes lixo no mesmo cesto. Existe a versão para lixo orgânico e para lixo reciclável.



A coleta de lixo nas ruas, parques, praias, instalações e outros locais públicos é uma atividade extremamente cara e poluente, pois precisa de veículos trafegando diariamente que emitem gases. Contudo, cada vez mais a população quer – e com razão – que este serviço tenha um nível satisfatório, sem gastar muito dinheiro dos impostos que pagamos e, de preferência, usando práticas mais sustentáveis. Afinal, quem não sonha com uma cidade limpa e despoluída?




Benefícios Compactador solares

Fornecido por um contrato de arrendamento operacional de apenas £ 21 por unidade por semana. Cada unidade tem sido comprovada para retornar uma média de £ 77 por semana em economia e eficiência


No financiamento de capital necessário


Reduz os custos de coleta de lixo em até e mais de 70%


Comprovada para reduzir coleções de lixo de rua a uma média de 86% (média tirada de instalações com os conselhos rurais e urbanas pesado remotos)


100% movido a energia solar




Pois bem, seguindo o raciocínio, o primeiro ponto positivo deste compactador de lixo é que ele reduz drasticamente a freqüência da coleta de resíduos gerando uma economia de 70% a mais de 80%. Isso sem falar no benefício ambiental.

Na cidade Filadélfia, na Pensilvânia os custos de recolha e eliminação de resíduos são enormes. Sendo a segunda maior cidade na costa leste dos Estados Unidos e o quinto mais populoso de todo o país, não é de admirar que as ruas departamento de administração da Filadélfia teve uma tarefa ingrata para manter os custos baixos e as ruas de um ambiente limpo e convidativo.Hoje ela economiza 900 mil dólares por ano após a substituição de 700 cestos convencionais pela versão com compactador solar. Em 2011, depois de adotar o produto, o resíduo é recolhido em media 2,5 vezes por semana em somente um turno.
Scott McGrath do departamento ruas Philadelphia disse: "Estamos muito felizes de ter colaborado com o Big Belly Solar neste projeto e estamos vendo os benefícios imediatos. Firmamos um acordo financeiro 3 anos permitindo que a cidade de renunciar a quaisquer custos de capital iniciais com o departamento de realizar economias de custo de coleta nos projetos primeiro ano de US $ 850.000. "Mr McGrath passou a dizer," Net dos custos dos equipamentos, ao longo do próximos 10 anos, a estimativa de departamento da cidade para economizar na região de US $ 13 milhões. Estas poupanças só são fantásticos, mas temos também considerado o custo para o meio ambiente. Menos viagens de caminhões de coleta reduz a quantidade de CO ² nossa cidade é responsável. Junto com isso, o departamento também têm sido capazes de mostrar mais eficiência sobre implantação de pessoal. A equipe, que anteriormente estavam coletando lixo das lixeiras de rua foram sendo redistribuídos para coleções domésticas. "
A parceria entre a cidade de Filadélfia e Big Belly Solar vai ver altos níveis de redução de coletas de lixo de rua, grandes reduções de custos operacionais e redução de combustível e emissões de CO ². A instalação dos Big Belly Compactors solares e unidades de reciclagem também deu à cidade um grande primeiro. É a primeira vez que a Filadélfia está em uma posição para implantar a reciclagem rua.

Além da economia financeira e ambiental, o design deste “cesto de “lixo” propicia que todo e qualquer resíduo fique hermeticamente fechado, evitando odores e prevenindo que pombos, ratos e outros animais tenham acesso ao mesmo, o que pode acarretar na geração de alto nível de E.Coli e outras doenças. Ou seja, evita um problema de saúde pública ao manter a área limpa. Pensando nisso, a cidade de Chicago, em LLinóis, adotou o compactador solar nas suas “praias” ao redor do lago Michigan, o que evita que as mesmas sejam fechadas devido aos problemas de pestes causados por aves que se alimentam dos resíduos no verão.



Assim como as pequenas atitudes geram grandes mudanças, as pequenas invenções são capazes de fazer uma enorme diferença a favor do planeta, do bem-estar e do bolso. Já que o Brasil importa tantas ideias internacionais, por que não adotar mais esta? Não sei se resolveria o problema do lixo de grandes feriados, como o carnaval !. Mas deixaria locais públicos limpos o resto do ano. Afinal, nosso país é bonito por natureza, mas temos que mantê-lo e amar mais ele , respeitando seus espaços urbanos!





Ligue para 0844 800 6393 para uma demonstração gratuita

Intensivamente testado ao longo dos últimos 6 anos, o Big Belly bin é uma solução de custo eficaz, ecológico à eliminação de resíduos.

http://www.bigbellysolar.co.uk/products/big-belly-solar-compactor

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Palestra: Projeto da Prancha Ecológica em Caraguatatuba.



SOS Lagoa Azul, Secretária de Esporte e Secretária do Meio Ambiente se uniram para mais um evento Socioambiental!

Regras dos 3Rs: REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLAR !

Colaborando com nosso meio ambiente o casal Jairo Lumertz e Carolina Scorsin, que morando no Havaí na época, desenvolveram a Prancha Ecológica, ecologicamente correta, reutilizando as garrafas pets que eram jogadas no meio ambiente! Unindo sua  paixão pelo surf e como todo surfista, adora proteger seu ambiente que nada mais é que a natureza. Em 2007 eles começaram um trabalho de formiguinha de quem acredita que toda ação pelo bem de todos podia fazer a diferença, e colocaram o pé na estrada, dando palestras em escolas, proporcionando a muitos jovens carentes do nosso Litoral Brasileiro a oportunidade da prática de um esporte hoje considerado de elite pelo alto custo do equipamento usado, além de ensinar aos jovens a reciclar nosso lixo e preservar nossos mares. Assim eles viajam fazendo a diferença e encantam a todos com seu Projeto de Prancha Ecológica.

No dia 6 de novembro estarão em Caraguatatuba, as 10 horas no Bairro Delfim Verde, na rua tubarão, nº 375, em uma casa de frente a praia onde crianças da Escola do bairro vão ter a oportunidade de conhecer este belo projeto. A palestra é a oportunidade impar a todos os amantes e envolvidos com o surf, meio ambiente e social!

Pra quem quiser conhecer ainda mais este lindo trabalho: facebook.com/ProjetoPranchaEcologica








Para o Surfista  Jairo Lumertz  o mais gratificante é ver a alegria dessas crianças nessa brincadeira barata e de bem com a natureza. Ensinando todo seu conhecimento e despertando futuros campeões. Um por todos e todos por um... Mundo Melhor!



quinta-feira, 10 de maio de 2012

Casa contêiner mantém conforto e harmonia com meio ambiente..


 Segundo os criadores, 70% dos materiais utilizados na construção são reciclados, reutilizados ou limpos. l Foto: © PerePeres/Infiniski

A casa El Tiemblo, construída na Espanha, é a prova de que construções sustentáveis, feitas a partir de materiais reaproveitados, podem ser elegantes e, ao mesmo tempo, estar em harmonia com o ambiente ao seu redor
O projeto foi feito pelos arquitetos do escritório James & Mau e contou com quatro contêineres reaproveitados, que totalizam os 190 metros quadrados da construção. A casa tem formato em L e é divida em dois pisos, com mais de sete cômodos espaçosos.
No térreo estão: sala, cozinha e banheiros. Enquanto o pavimento superior possui uma sala de estudos, uma suíte máster e o banheiro social. Todo o projeto foi pensado para fornecer independência, conforto e privacidade aos moradores. Mesmo assim, os arquitetos prezaram pelo cuidado com a redução do consumo energético na residência.
O edifício foi planejado levando em conta todas as condições naturais. Através dos conceitos da arquitetura bioclimática foi possível oferecer autonomia energética à casa. Além disso, a construção contou com o uso de muitos materiais reaproveitados. O isolamento térmico, por exemplo, é feito com jornal reciclado. Segundo os criadores, 70% dos materiais utilizados na construção são reciclados, reutilizados ou "limpos".
Um dos pontos interessantes é que o sistema modular, usado na construção da casa, reduziu os impactos com transporte de materiais e também os custos. Este formato ainda permite que sejam feitas mudanças na estrutura com o passar do tempo.

 


 Todo o projeto foi pensado para fornecer independência, conforto e privacidade aos moradores. l Foto: © Pablo Sarabia/Infiniski
 



 Além disso, a construção contou com o uso de muitos materiais reaproveitados. l Foto: © Pablo Sarabia/Infiniski
 


 "70% dos materiais utilizados na construção são reciclados, reutilizados ou 'limpos'."| Foto: © Pablo Sarabia/Infiniski
 


 O isolamento térmico, por exemplo, é feito com jornal reciclado. Segundo os criadores, 70% dos materiais utilizados na construção são reciclados, reutilizados ou limpos. l Foto: © Pablo Sarabia/Infiniski


 O projeto foi feito pelos arquitetos do escritório James & Mau e contou com quatro contêineres reaproveitados, que totalizam os 190 metros quadrados da construção. l Foto: © PerePeres/Infiniski
 


 A casa tem formato em L e é divida em dois pisos, com mais de sete cômodos espaçosos. l Foto: © PerePeres/Infiniski
 


fonte: ciclo vivo.com

Reutilize latinhas de alumínio para elevar a potência do sinal wi-fi



O site Ciclo Vivo deu uma dica que vai ajudar muitos usuários de Internet desenfreados por aí. A engenhoca da vez ajuda no aumento da potência de uma rede wi-fi por meio da reutilização de latinhas de alumínio. Além de ser bem prática e barata, esta invenção funciona de maneira significativa, já que o alumínio provoca elevação nas ondas do roteador.
A fabricação do instrumento é simples. Primeiramente, é indicado que se lave bem a latinha, retirando possíveis resíduos de seu interior. Logo em seguida é a hora de cortar a lata, primeiro em suas extremidades, depois em sua extensão (em uma linha reta). A base deve ser descartada, apenas a tampa deve permanecer e no mínimo com 2 cm de corte. Feito isso, esboce uma linha reta e recorte a latinha em sua extensão.
Deste modo ela poderá se abrir em uma curva que amplie as ondas. A tampa servirá como base de encaixe na antena do roteador. O poder de transmissão deste objeto auxilia numa elevação de duas a quatro barras de internet sem fio. Se ainda restaram dúvidas, veja as instruções corretas no Ciclo Vivo.


 A lata de alumínio possui o formato ideal para aumentar seu sinal wifi | Imagem: The Chieve
 

 

 

 



fonte: catraca livre

sexta-feira, 9 de março de 2012

Lixo Colorido...............



Quem diria que lixo poderia ser tão bonito! Durante um estudo feito na mancha de lixo que está se acumulando no Oceano Pacífico, a fotógrafa Mandy Barker desenvolveu imagens que mostram os restos recuperados em praias ao redor do mundo.

 




Pra cada imagem, pedaços de plástico e outros materiais são expostos sobre um fundo preto, fazendo com que as cores fiquem mais vibrantes! As linhas de pescaria formam ninhos, graças ao movimento natural das ondas do mar (parecem até água-viva, né?).
 



O lixo também foi separado por cor, e dá pra ver que infelizmente, a maioria achada nessas praias são objetos de plástico usados por nós no nosso dia a dia!

 



Além de poluir nossas praias, o que esse lixo todo também prejudica? Os animais marinhos – a imagem acima mostra restos de plásticos que animais tentaram mastigar e engolir, includindo um tubo de pasta de dente!

 



Por último, esses são mais de 500 itens achados com aves albatroz no Atlântico Norte Através dessas imagens, Mandy procurou estimular uma reação emocional, através da contradição entre a atração inicial dessas imagens coloridas e da consciência alarmante de que o lixo é jogado no oceano sem nenhum limite!

Arte pra conscientizar ;)
fonte:adorofarm